terça-feira, 16 de junho de 2015

MANIFESTAÇÕES DE RUA e o 666

PRÁ QUE MANIFESTAÇÕES DE RUA?
. Érico Rodolpho Bussinger
Nós estamos vivendo uma época em que a vida virtual já é bastante real. Ou seja, a vida virtual faz parte integrante da vida das pessoas. Quase não se vive mais sem INTERNET. Então por que ir às ruas? Basta ir à “rede”. Os dias atuais do Brasil estão revelando um fato bastante claro, embora não tão visível: o quanto a INTERNET faz parte da vida das pessoas! Milhões, interligados, resolveram ir às ruas e sacudiram o país. De forma interessante também, bastou o Governo atuar nas “redes” como “hacker oficial” (e tem multidão de agentes para isso) e praticamente desmobilizou os “manifestantes”. Afinal, quem são os manifestantes? O que querem?
Acredito que os fins dos tempos estão entre outras novidades, trazendo um “controle” oficial sem precedentes sobre os cidadãos. Isso, com a ferramenta da informática, já está bem claro. Um general norte-americano chegou a sugerir cadastrar “todos” os habitantes do mundo, visando “prevenir” o terrorismo.
No Brasil nunca na História (nem no império) um Governo conseguiu tanta hegemonia, como atualmente. Alguém usou a expressão “instrumentação do Estado”, para designar o que está sendo “visto” na INTERNET:
1) Controle completo do processo eleitoral, mediante manipulação dos institutos de pesquisas, da mídia e da apuração do processo eleitoral (a caixa preta, sem votos impressos). No Brasil, com relação às eleições, o TSE legisla, executa e julga. Não há a mínima possibilidade de qualquer pessoa ou órgão contestar os resultados das eleições;
2) Controle do processo investigativo policial. O Governo controla todos os processos investigativos, através de suas várias polícias, contra quem quiser, reservando as informações que interessa divulgar;
3) Controle total das economias individuais, através da Receita Federal. Ou seja, investiga-se somente as empresas e as pessoas que interessam ao Governo;
4) Controle dos fluxos de dinheiro. Fica inviabilizado qualquer questionamento a respeito dos montantes de dinheiro em circulação, reservas monetárias, operações internacionais etc;
5) Controle total (sempre) das maiorias no Congresso, o que lhe permite “fazer” praticamente as leis que quer;
6) Controle dos órgãos que “medem” os índices (de inflação, de crescimento), como o IBGE ;
7) Controle das informações bancárias a respeito de qualquer pessoa ou empresa;
8) Controle do judiciário, através da nomeação da maioria dos seus membros, em especial do STF;
9) Controle da mídia;
10) Controle dos transportes (do ir e vir);
11) Controle das ligações telefônicas que interessar; etc. Falta só controlar a INTERNET, que é o que mais se deseja, por coincidência, o último reduto dos “manifestantes” de rua.
A palavra “controle” parece que resume bem o valor em fóco. E a perpetuação no “poder” se torna uma necessidade no rumo de concretização desse “projeto”. E com que finalidade? É o que preocupa a maior parte das pessoas que querem ser livres. A intenção revelada no documento governamental PNDH-3 vai ao paroxismo de se querer redefinir o conceito de família, moral, organização da sociedade etc.
A continuar essa situação, pouca esperança poderia restar para os que não concordam com a “religião” instalada no Governo. A ida para as ruas expressou simplesmente uma situação de desespero. E parece que surtiu algum resultado. Pelo menos até ser entendida e “neutralizada” na INTERNET.
O conceito de “controle” é a essência do 666: “Ninguém poderá comprar ou vender (exercer a cidadania) sem ter a marca na mão ou na testa (sem ser controlado)”.
A mim me parece que essa tendência de centralizar o controle das pessoas, muito preconizado pelo Clube de Roma, pelo Clube dos Bilderberg (que inclui os iluminados), pelo G8 etc, é irreversível. E esse controle vai cair inevitavelmente nas mãos daqueles que são “controlados”, que podem ser manipulados (Observe as características de homens como Lula, Putin, Obama etc.). “O mundo está posto no maligno”-1Jo.5:19. Cada vez menos um filho de Deus terá acesso a esse “mundo dos grandes”. Estamos alijados do centro do poder.
Cabe a nós entendermos essa situação, não nos conformarmos com ela, orarmos pelas pessoas dos governantes, para termos paz (Jer.29:7) e dos nossos próximos, na intenção de ganhá-los para o Reino de Deus. No mais é nos prepararmos para as tribulações e nos apegarmos cada vez mais ao Senhor. Maranatha!
Como se vê, a questão vai muito além dos 20 centavos!