quarta-feira, 29 de julho de 2015

BRASIL NÃO ESTÁ ARDENDO ainda

QUEM  ESTÁ  CONTENDO  OS  DEMÔNIOS  NO  BRASIL?

     Segundo a revelação de Deus que me foi dada, estamos vivendo no Brasil uma situação singular, com um exército de demônios contidos.  Eles não estão vencidos ou enfraquecidos.  É a marcha dos últimos tempos.  Eles estão apenas contidos.  Segundo a revelação, quem era o que os estava segurando?  Um próprio chefe deles.  Mas por que?  Não seria melhor que ele os liberasse para atuar?
     Esses demônios já conhecem bem o Brasil.  E segundo o meu entendimento são os demônios territoriais que, designados pelo seu chefe, já se especializaram em assuntos brasileiros.  Nós podemos identificá-los em várias áreas, como a Educação, o movimento de ativismo gay,  a pedofilia, o terrorismo rural (MST), o terrorismo urbano (MTST, facções criminosas do tráfico, agitadores sindicalistas etc.),  a prostituição, as drogas etc.
     Os demônios estão contidos por uma questão de estratégia.  Estão apenas aguardando a situação se definir, para entrarem em cena.  O que querem é matar, roubar e destruir.  Como sempre.  É que há no Brasil uma atuação da luz, a verdade, que por ora está confundindo o inimigo.  E isso é atuação de Deus.  As apurações de corrupção atendem à luta da verdade, da transparência.  O ajuste fiscal também atende à causa da verdade.  Pois se um país gasta mais do que arrecada, está no caminho da mentira.  E foi o que vivemos no Brasil nos últimos anos.  E é óbvio que o aperto de agora vai ter que compensar os gastos desenfreados desses últimos anos.  A existência de um congresso "conservador", segurando as leis  amorais e votando leis a favor da justiça (como realismo financeiro, não patrocínio de homossexualismo nas escolas, veto ao aborto, redução da maioridade penal etc.) atende também aos anseios de Deus pela causa da verdade.  E por enquanto, a agitação radical esquerdista está contida devido aos milhares de cargos no Governo ainda ocupados por sindicalistas, amigos, parentes etc.
     Quando o quadro começar  a se definir, como por exemplo, mudança de presidente, ou prisão de Lula, ou demissão de muitos nos cargos comissionados do Governo, então não se tenha dúvida de que o diabo liberará seus demônios para a ação radical nas ruas.  Veremos manifestações a todo dia, greves paralisando o país, assaltos e arrastões a super-mercados e lojas, ataques a ônibus e coletivos de transporte, revoltas em presídios, violência nos morros, enfim, tudo que contribui para a confusão no país.  As gerações mais antigas já viram isso no passado do Brasil, até 1963.
     Ninguém tenha dúvida se o diabo ficou bonzinho, se o ativismo gay se acomodou, se o dep. Jean Wyllis e seus aliados estão conformados, se a imoralidade está contida, as drogas refreadas, as escolas em ordem, o aborto contido, se a violência está parada, se o MST se acalmou, se o Lula está respeitando as instituições. 
     Este quadro de contenção dessas forças é apenas momentâneo.  Em algum momento essas forças serão liberadas.  Elas já têm de Deus a legalidade. Foi o que Ele mostrou.  A questão é apenas de estratégia do inimigo.  Ninguém tenha dúvida de que o Brasil continua mal espiritualmente e de que essas forças do mal agirão.
     Talvez seja essa a situação profetizada do "Sangue em sólo brasileiro".   Uma guerra civil.
Este é um convite para você se engajar no exército de intercessores a favor do Brasil. Orar muito. 

                                                               Pr. Érico  R.  Bussinger  -    24 julho 2015

quinta-feira, 23 de julho de 2015

CRISTIANISMO TRIUNFALISTA

    A  SÍNDROME  DE  AMAZIAS
                                                               Pr.  Érico  R.   Bussinger
     Amazias foi um dos reis de Judá, classificado de um modo geral como bom rei, embora não ótimo.  Seu pai foi igual: bom, mas... sempre havia algo que, aos olhos de Deus, denegria o desempenho do seu reinado (2Re.14:3).  Começou jovem (25 anos) e reinou 29 anos, o que pode ser considerado um período longo de reinado.  Supõe-se, num balanço geral,  que houve estabilidade no seu reinado, pois recebeu o reino de seu pai e quem reinou após ele foi seu filho.    No entanto, quando analisamos os detalhes, parece que as coisas não foram tão bem assim e a sucessão deveu-se tão somente ao cumprimento da profecia de Deus a Davi, de que sempre haveria um descendente seu no trono.
     Quando Amazias começou a reinar, seu pai havia acabado de ser assassinado.  No entanto ele conseguiu, com humildade, estabilizar o país, que voltou a crescer e se fortalecer.  Amazias até se animou a fazer uma guerra fora do seu território, contra os edomitas, no que foi vitorioso, alcançando bons lucros (despojos) dessa empreitada.  Desconhecendo a bênção de Deus nessa batalha, ele se ensoberbeceu e se sentiu um grande guerreiro e estrategista.  O passo seguinte foi desafiar o seu colega, Jeoás, rei em Samaria, para uma guerra sem propósitos, apenas para ver quem era o mais forte (2Re.14:8) .  Isso me faz pensar em pastores e líderes de hoje que organizam grandes reuniões e concentrações, sem propósitos, apenas para verificar seu poder de liderança.  Jeoás estava vendo o seu reino enfraquecido e andava imerso em problemas internos.  O que menos ele desejava naquele momento era uma guerra contra seu povo irmão.  Jeoás exortou Amazias a voltar ao bom senso e se acalmar.  Como viu que não o demovia do seu intento, não teve outra alternativa a não ser enfrentar essa guerra sem finalidade.  No cômputo final, Deus lhe deu uma grande vitória, humilhando assim a soberba infundada do Amazias.  Este, humilhado perante seus súditos, por tê-los lançado a uma perda desnecessária de milhares de vidas, viveu ainda 15 anos  totalmente envergonhado, sem autoridade e por fim perseguido e morto por seus contemporâneos (2Re.14:17-21).


     Podemos resumir o reinado de Amazias em três etapas: 1) um início humilde, buscando estabilizar o país, 2) uma curta época de glórias e vaidades,seguida de 3) um longo final de humilhação, vergonha e morte indigna.  No cômputo geral a História ainda o classificou como um bom (razoável) rei.  Perguntamos então: como pode um rei bom fazer o que ele fez e terminar seus dias tão mal?
     Um ditado afirma que "o bom é inimigo do melhor" e outro diz que "de bem intencionados, o inferno está cheio". Ou seja, não adianta ser apenas crente morno, membro de igreja, se contentando em não ser frio.  Ser "bonzinho" de igreja, apenas, não basta para Deus.  Deus fala de vencedores, em lutas onde só um vence (1Co.9:24).
     Tomamos para nós lições de Amazias, como entender que ser normalmente bom não é mais do que nossa obrigação e isso não gera galardão para nós.  Como Amazias, nós também em apenas um ato impensado podemos colocar todo um ministério a perder e prejudicar milhares de vidas.  Igualmente, também aprendemos que se alcançamos uma vitória, isso não nos qualifica para vôos mais longos, mas antes devemos agradecer a Deus por aquela vitória, atribuindo-lhe tão somente os méritos.  Cuidado os líderes pregadores do triunfalismo que, ao verem seu templo lotado com 200 pessoas,  se arrogam a profetizar conquistas maravilhosas, amarrando todos os demônios, conquistando o país, etc.

     Aprendendo com Amazias ainda, devemos procurar perseverar até o fim, pois se mesmo tendo sido crentes bonzinhos, e até alcançado algumas vitórias na nossa vida cristã, poderemos chegar ao final de nossa vida "tendo corrido em vão" ou verificar que "nos esforçamos inutilmente" (Fl.2:15,16). Será muito triste para nós, ao final de nossa luta, vermos nossos edifícios se queimarem e toda nossa obra ser incendiada, perdendo tudo que fizemos (1Co.3:13).  Você já conheceu grandes líderes que caíram?...
     Devemos ter em mente a exortação do apóstolo Paulo:  "Cada um veja como edifica...".  Se nossos olhos e nossa compreensão nos enganam, os irmãos ao nosso lado e nossos líderes podem muito nos ajudar.  Deus sempre colocará pessoas sensatas ao nosso redor (Hb.10:25).  Mesmo que nos ensoberbeçamos por causa de algum sucesso, haverá quem nos exorte a voltarmos à sensatez e à humildade.  Eis mais um motivo para sempre se ter um"pai espiritual" ou um "pastor pessoal".  É na multidão de conselheiros que se acha a sabedoria.


     Cuidado para não ser como Amazias!

quarta-feira, 22 de julho de 2015

DEMÔNIOS CONTIDOS (por enquanto) no BRASIL

     VISÃO DE DEUS sobre o BRASIL

     Estávamos em reunião de culto às 2as.feiras em Niterói, quando, orando pela atual situação crítica do Brasil, Deus me mostrou um esquadrão de demônios sendo contidos.  O mais interessante é que eles eram contidos por uma espécie de chefe deles, que os continha usando uma bandeira negra, na qual eu não conseguia discernir os símbolos.

     Entendi claramente que era com respeito à crise do país que, pela conjuntura atual, já poderia estar virando um campo de batalha.  Mas Deus está agindo para conter o ataque inimigo (lembremo-nos de que quem manda nos demônios é Deus).  E o discernimento que tive é de que isso se deve às orações do povo de Deus que estão sendo feitas.  Mas em algum instante o exército de demônios pode ser liberado para agir no país.  Pelo que entendi também eles já têm a permissão de Deus para isso (legalidade) e só estão contidos pela ação espiritual dos intercessores.  Até antes das eleições parecia que as forças demoníacas dominavam a política e pessoas como o dep.Jean Wyllis soavam como invencíveis.  O tempo passou e hoje temos uma justiça atuante, o ex-presidente Lula acuado, um congresso bastante “conservador” e a crise econômica ainda não explodindo (o que certamente vai ocorrer).
     A mensagem é uma exortação ao povo de Deus, para não brincar espiritualmente. Orar, agradecer e se preparar (lembrar-se que há uma revelação de 30 anos atrás sobre uma guerra civil no país – Sangue em sólo brasileiro).


                Compartilhe com quem ora e ama este país.   Pr.Érico R.Bussinger- 22/07/15 

terça-feira, 21 de julho de 2015

Próximo assunto: A síndrome de Amazias. Aguarde.

RECESSÃO E CAOS ECONÔMICO

AO FINAL DO 1o. SEMESTRE DE 2015 o GOVERNO JÁ PREVÊ QUEDA NO PIB DE 2% 

     Eu reproduzo no título a notícia veiculada, junto com a sua época. Isso, porque este texto pode ser lido ou relido muito tempo depois.  E nós com isso?  O que os cristãos têm a ver com os índices econômicos?
     Em primeiro lugar, o entendimento.  O PIB (Produto Interno Bruto) é uma medida muito conhecida e usual do tamanho ou da riqueza de uma nação.  E num conceito mais empírico, uma nação "vale" (materialmente) o dobro do seu PIB.  Assim, se o PIB aumenta, significa progresso e que a nação está crescendo. Em geral, todas as nações do mundo estão crescendo a cada ano. A média do crescimento do mundo é de 2 a 3% ao ano. Se um país cresce isto, ele está igual, em relação aos outros. Se cresce mais (como é o caso da China e Índia nos últimos anos) ele está se sobressaindo aos demais. Se cresce menos (como os EUA nos últimos anos), ele está sendo sobrepujado pelos demais. E nessa escala 1% significa muito. Uma diferença de 1% pode fazer o humor de um povo mudar completamente. De satisfação geral a preocupação. E de preocupação à sensação de desastre e caos.
     Parece que a situação atual do Brasil é exatamente essa transição de preocupação para uma certeza de caos e desastre (na verdade o PIB deve cair mais de 3% este ano), que parece já ser a convicção de todos os políticos, empresários e pensadores. Mas eu insisto: E nós cristãos o que temos a ver com isso?
     Nós até poderíamos explicar o porquê desse quadro de desastre econômico nos últimos anos. E seria útil? Também poderíamos lembrar que já temos recebido profecias de Deus sobre isso há muitos anos. Isso ajudaria?
     Importante agora é lembrar que nós cristãos somos colocados por Deus como  tempero (sal) da terra e como o termômetro(a luz) da nação. Como povo sacerdotal (1Pe.2:9), cremos que temos de Deus a chave para abençoar ou amaldiçoar uma nação.  Nós, o povo de Deus, somos de fato responsáveis pelo clima de acomodação espiritual (e até relaxamento e mornidão) que tem marcado o ambiente religioso do Brasil. E co-responsáveis pelas conseqüências que virão ao país.  Por isso devemos entender a nossa posição.  Não é o caso de colocar a culpa em quem quer que seja. Nem acreditar que algum engajamento político trará solução ao país.  Mas apenas lembrarmos que 2Cr.7:14 continua na Bíblia e que Deus ainda é misericordioso e capaz de realizar milagres.
     Já no plano individual e familiar é nos prepararmos para o aperto financeiro, aumento desenfreado dos preços, desemprego, corrupção generalizada, arrastões sem prévio aviso, insegurança e impunidade gerais, etc.  Aumentando o crime, a perplexidade das pessoas, aumentando o desrespeito ao cidadão, enfraquecendo as autoridades (elas já estão em briga entre si), como ficaremos ou agiremos nós?  Estamos preparados para isso?  Nós recomendamos, em tempos de crise, toda sobriedade e comedimento. Não gaste em supérfluos, não faça dívidas desnecessárias, não compre em prestações indefinidas, porque você não sabe o dia de amanhã.  Tenha alguma poupança. O pouco que você poupar hoje poderá ser necessário para um filho seu, um parente ou mesmo um irmão em desespero.
     E sobretudo, deixe os entretenimentos e venha também remir o tempo. Afinal, os dias sãos maus (Ef.5:14-16).  E no Brasil, "bote" mau nisso, porque é o que deve ocorrer. Procure se preparar para receber notícias desagradáveis.  Procure depender de Deus para tudo. Prepare-se para perder algo material.  E procure também poder dizer como Jó: "O Senhor o deu e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor" (Jó 1:21).

     Acima de tudo, ore e creia que Deus pode transformar uma crise em oportunidade.  Se a dor ou o sofrimento trouxer a salvação de uma pessoa sequer, já terá valido a pena!  Na dor da nação, que Deus avive a sua obra (Hb.3:2).

segunda-feira, 20 de julho de 2015

DÍVIDA EXPLOSIVA DO BRASIL

 Pr. Érico R. Bussinger
 Este é um conceito pouco valorizado em nossos dias nas igrejas evangélicas. Nas primeiras eras do protestantismo no Brasil falava-se muito em pregar a salvação. E era o que se pregava. O número de evangélicos era então pequeno em relação à população total do país. O conceito de evangelização era comum. Após uma certa saturação da pregação evangélica no Brasil, que se intensificou com a chegada dos pentecostais, vieram os neo-pentecostais com outras novidades, como a bênção, a cura, o milagre e a prosperidade, bandeiras que tomaram os primeiros lugares nas pregações nas igrejas. Em nossos dias a ênfase das pregações no ativismo, no uso da fé e no abuso da graça tem-se generalizado. A aceitação dessa mensagem conveniente, o que o povo gosta de ouvir (Is.30:10), tem caracterizado o sucesso dos pregadores e das igrejas. Isso tem sido sempre medido em números. E sobre a justificação, praticamente não é mais pregada nos púlpitos. Não é uma mensagem de apelo popular, não faz sucesso e não rende dinheiro.
 Analisando bem, a justificação é o centro da pregação do evangelho, ordem que o Senhor Jesus deu para todos os seus seguidores. Se formos observar essa ordem do ide no Evangelho de Lucas, a referência é ao arrependimento, que Jesus mandou pregar (Lc.24:47).
 Há necessidade de arrependimento, para a justificação. Esta foi a pregação de João Batista (Lc.3:3). Se não há arrependimento, não há remissão de pecados e muito menos salvação. Nesse caso todas as bênçãos que podem ser recebidas serão inócuas (sem valor). Para que haja justificação, cada pessoa tem que se arrepender (de cada pecado-1Jo.1:9). Se isso não for pregado, como se arrependerão? (Rom.10:14,17).
 O processo de justificação tem que ser consciente. Ninguém receberá o perdão de Deus sem saber, sem se arrepender. E ninguém se arrependerá sem que isso seja pregado. E se isso não é pregado, como as pessoas serão salvas? Elas não receberão a fé (Rm.10:17).
 Como a realidade é que não existe nenhum justo, aos olhos de Deus (Rm.3:10), a única possibilidade é que cada um que queira ser salvo seja justificado (Rm.5:1). O processo de se atribuir justiça a uma pessoa que não é justa por si é fundamental no cristianismo e essencial para a salvação (Rm.5:18). Mas não é automático e muito menos independente de uma decisão consciente. Se isso não é pregado e ensinado, entende-se que não há justificação. E a estada de uma pessoa assim na igreja é vã.
 Você tem procurado entender a justificação? Você pode dizer que agora é uma pessoa totalmente justificada? Você pode agora desafiar o acusador a encontrar algum pecado vivo em você? Você pode pedir a morte agora, que o Senhor leve você como está?
 A sua igreja tem pregado sobre a justificação (Rm.10:13,14)?
 Cuidado!

sábado, 18 de julho de 2015

BRASIL E GRÉCIA

BRASIL   E   GRÉCIA
     Há uma série de países no mundo atual que apresentam características econômicas semelhantes. Entre eles cito Brasil e Grécia. Mas é evidente que no meio ainda estão Venezuela e Argentina. E isso sem destacar também os demais países do mundo que estão na mesma situação.
     Esses países, que não foram os únicos, dentre muitos, se sentiram atraídos pela ilusão de gastar mais do que arrecadaram, no intuito de distribuir a todos melhores condições de vida.  O resultado disso tudo são dívidas enormes, enquanto que a tão sonhada justiça social não é atingida.
     É evidente também que não vamos considerar os efeitos nefastos da tão má corrupção, que beneficia uns poucos, deixando para os demais o arcar com esse custo.  É o mesmo efeito perverso da inflação. Aliás, essas coisas costumam andar juntas.
     O Brasil acumulou, nos últimos anos, uma dívida praticamente impagável, que começa agora a arrochar os mais pobres. E estamos apenas no início do processo. E como a Grécia está mais adiantada, devemos olhar para lá, a fim de vermos o que nos espera no Brasil para os próximos anos: arrocho, inflação, desemprego, fome, pobreza, maus atendimentos públicos, aumento nos roubos, assaltos, etc.  Na Grécia a terça parte da população já vive abaixo da linha de pobreza.  Em certos segmentos da população o desemprego lá já é de metade da população. A inadimplência nas contas de luz já chega também à terça parte. E o Brasil vai seguindo o mesmo caminho.
     O fato não é novo. Embora sem o sonho socialista, Salomão fez a mesma coisa: gastou muito mais do que tinha e cobrou isso do povo, a quem escravizou, arrochando seus impostos. A reação popular foi colossal, a qual explodiu nos dias de seu filho Roboão.
     Eu quero sempre perguntar: E nós o que temos a ver com isso?
     É bom lembrarmos sempre que embora não pertencendo a este mundo, nós estamos nele... (Jo.17:16)
     Por outro lado, Deus nos responsabiliza como sal que a terra não tem (Mt.5:13,14). Na verdade, como povo que conhece a vontade de Deus, não temos sido bons sacerdotes para com a nação.  Pelo contrário, muitos evangélicos têm se locupletado com a embriaguez do poder e do dinheiro e se deliciado com as coisas deste mundo (1 Jo.2:15-17), deixando de salgar essa terra do Brasil.  Nunca houve  pastores ricos como hoje!
     Esse mencionado quadro de aperto é mau?
     Se a situação material tende a piorar, nunca vamos nos esquecer de que Deus continua a nos amar e a ser misericordioso.
     Segundo revelações de Deus, que nos foram dadas no passado, vamos passar por séria crise no Brasil, com muito sangue derramado e uma guerra civil.  Mas e depois?  Qual será o fruto espiritual disso tudo?
     Estou orando a Deus para que os resultados dessa crise sejam frutos espirituais. Que apesar da pobreza, fome e desespero, muitos se voltem para o Senhor. E que haja um despertamento espiritual verdadeiro, que fará muitos crentes se voltarem para Deus e aguardar, santos e limpos,  a volta do Senhor.
     Você crê nisto? Está disposto a orar com fé?  Ou vai esperar acontecer, para buscar o Senhor?
                                          Pr.  Érico Rodolpho Bussinger   em   14 julho 2015

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Convite evangelístico

Olá,
     A Comunidade  Ramá   é um grupo de pessoas cristãs, associadas para buscar a Deus e ajudar outras pessoas a fazer o mesmo.  Nossas reuniões são abertas e nossas atividades podem ser conhecidas através do nosso site WWW.webradiorama.com  e seus links.  Nós produzimos conteúdo em áudio 24h por dia, que você pode ouvir para edificação, além dos escritos e demais materiais para serem baixados (download).  Em geral também fazemos programas de rádio em alguns horários e em emissoras  accessíveis.
     O objetivo maior da Comunidade Ramá  é ajudar as pessoas a encontrarem o rumo bom para a sua vida, que as conduza à salvação eterna.  Isso é porque nós cremos na Bíblia como a Palavra inspirada por Deus para nós.  Baseados nela também cremos na natureza humana como tendo sido criada boa e depois decaída para uma situação de pecado em que o ser humano se encontra.  Mas também como Deus é puro e santo, em Sua presença não entrará nada contaminado, razão que em si já condena a todas as pessoas. Todos são pecadores, em maior ou menor grau.  A Bíblia também nos ensina que nossa vida é eterna, pelo que não desejamos ver você na perdição prá sempre. 
     Como Deus providenciou um único caminho para a salvação e quem o encontra deve levar esse conhecimento aos demais, por isso estamos tomando a liberdade de chegar até você para compartilhar essas convicções.  Você é uma pessoa sincera, que quer viver na verdade? Então estamos à disposição para ajudar, pessoalmente, pelos telefones e pelos nossos canais de comunicação, como a nosso site WWW.webradiorama.com , youtube (Rumos na Vida e Comunidade Ramá), pelo facebook (webradiorama)  e pelo whatsApp (21 99321 8523).     
         Procure-nos.

                                                               Pr.  Érico Rodolpho Bussinger

POR QUE TANTO CRENTE NÃO VAI SER SALVO

     JUSTIFICAÇÃO
                               Pr.  Érico  R.  Bussinger
       Este é um conceito pouco valorizado em nossos dias nas igrejas evangélicas.  Nas primeiras eras do protestantismo no Brasil falava-se muito em pregar a salvação. E era o que se pregava.  O número de evangélicos era então pequeno em relação à população total do país. O conceito de evangelização era comum.  Após uma certa saturação da pregação evangélica no Brasil, que se intensificou com a chegada dos pentecostais, vieram os neo-pentecostais com outras novidades, como a bênção, a cura, o milagre e a prosperidade, bandeiras que tomaram os primeiros lugares nas pregações nas igrejas.   Em nossos dias a ênfase  das pregações no ativismo, no uso da fé e no abuso da graça tem-se generalizado. A aceitação dessa mensagem conveniente, o que o povo gosta de ouvir (Is.30:10), tem caracterizado o sucesso dos pregadores e das igrejas.  Isso tem sido sempre medido em números.  E sobre a justificação, praticamente não é mais pregada nos púlpitos. Não é uma mensagem de apelo popular, não faz sucesso e não rende dinheiro.
     Analisando bem, a justificação é o centro da pregação do evangelho, ordem que o Senhor Jesus deu para todos os seus seguidores.  Se formos observar essa ordem do ide no Evangelho de Lucas, a referência é ao arrependimento, que Jesus mandou pregar (Lc.24:47).
     Há necessidade de arrependimento, para a justificação. Esta foi a pregação de João Batista (Lc.3:3). Se não há arrependimento, não há remissão de pecados e muito menos salvação. Nesse caso todas as bênçãos que podem ser recebidas serão inócuas (sem valor). Para que haja justificação, cada pessoa tem que se arrepender (de cada pecado-1Jo.1:9). Se isso não for pregado, como se arrependerão? (Rom.10:14,17).
     O processo de justificação tem que ser consciente. Ninguém receberá o perdão de Deus sem saber, sem se arrepender.  E ninguém se arrependerá sem que isso seja pregado.  E se isso não é pregado, como as pessoas serão salvas?  Elas não receberão a fé (Rm.10:17).
     Como a realidade é que não existe  nenhum justo, aos olhos de Deus (Rm.3:10), a única possibilidade é que cada um que queira ser salvo seja justificado (Rm.5:1).  O processo de se atribuir justiça a uma pessoa que não é justa por si é fundamental no cristianismo e essencial para a salvação (Rm.5:18).  Mas não é automático e muito menos independente de uma decisão consciente.  Se isso não é pregado e ensinado, entende-se que não há justificação.  E a estada de uma pessoa assim na igreja é vã.
     Você tem procurado entender a justificação?  Você pode dizer que agora é uma pessoa totalmente justificada? Você pode agora desafiar o acusador a encontrar algum pecado vivo em você?  Você pode pedir a morte agora, que o Senhor leve você como está?
     A sua igreja tem pregado sobre a justificação (Rm.10:13,14)?

Cuidado! 

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Olhando para a Grécia com as barbas de molho

     BRASIL   E   GRÉCIA
     Há uma série de países no mundo atual que apresentam características econômicas semelhantes. Entre eles cito Brasil e Grécia. Mas é evidente que no meio ainda estão Venezuela e Argentina. E isso sem destacar também os demais países do mundo que estão na mesma situação.
     Esses países, que não foram os únicos, dentre muitos, se sentiram atraídos pela ilusão de gastar mais do que arrecadaram, no intuito de distribuir a todos melhores condições de vida.  O resultado disso tudo são dívidas enormes, enquanto que a tão sonhada justiça social não é atingida.
     É evidente também que não vamos considerar os efeitos nefastos da tão má corrupção, que beneficia uns poucos, deixando para os demais o arcar com esse custo.  É o mesmo efeito perverso da inflação. Aliás, essas coisas costumam andar juntas.
     O Brasil acumulou, nos últimos anos, uma dívida praticamente impagável, que começa agora a arrochar os mais pobres. E estamos apenas no início do processo. E como a Grécia está mais adiantada, devemos olhar para lá, a fim de vermos o que nos espera no Brasil para os próximos anos: arrocho, inflação, desemprego, fome, pobreza, maus atendimentos públicos, aumento nos roubos, assaltos, etc.  Na Grécia a terça parte da população já vive abaixo da linha de pobreza.  Em certos segmentos da população o desemprego lá já é de metade da população. A inadimplência nas contas de luz já chega também à terça parte. E o Brasil vai seguindo o mesmo caminho.
     O fato não é novo. Embora sem o sonho socialista, Salomão fez a mesma coisa: gastou muito mais do que tinha e cobrou isso do povo, a quem escravizou, arrochando seus impostos. A reação popular foi colossal, a qual explodiu nos dias de seu filho Roboão.
     Eu quero sempre perguntar: E nós o que temos a ver com isso?
     É bom lembrarmos sempre que embora não pertencendo a este mundo, nós estamos nele... (Jo.17:16)
     Por outro lado, Deus nos responsabiliza como sal que a terra não tem (Mt.5:13,14). Na verdade, como povo que conhece a vontade de Deus, não temos sido bons sacerdotes para com a nação.  Pelo contrário, muitos evangélicos têm se locupletado com a embriaguez do poder e do dinheiro e se deliciado com as coisas deste mundo (1 Jo.2:15-17), deixando de salgar essa terra do Brasil.  Nunca houve  pastores ricos como hoje!
     Esse mencionado quadro de aperto é mau?
     Se a situação material tende a piorar, nunca vamos nos esquecer de que Deus continua a nos amar e a ser misericordioso.
     Segundo revelações de Deus, que nos foram dadas no passado, vamos passar por séria crise no Brasil, com muito sangue derramado e uma guerra civil.  Mas e depois?  Qual será o fruto espiritual disso tudo?
     Estou orando a Deus para que os resultados dessa crise sejam frutos espirituais. Que apesar da pobreza, fome e desespero, muitos se voltem para o Senhor. E que haja um despertamento espiritual verdadeiro, que fará muitos crentes se voltarem para Deus e aguardar, santos e limpos,  a volta do Senhor.
     Você crê nisto? Está disposto a orar com fé?  Ou vai esperar acontecer, para buscar o Senhor?

                                          Pr.  Érico Rodolpho Bussinger   em   14 julho 2015