terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

MARAVILHAS PROSSEGUEM NOS RETIROS

RETIRO ESPIRITUAL  2018                SÍTIO RAMÁ
                                  Pr.  Érico  R.  Bussinger
Local:  SÍTIO RAMÁ – LUMIAR – NOVA FRIBURGO – RJ
Época: 9 a 14 de fevereiro de 2018
Tema Geral:  “Eis que cedo venho...” Ap.22:12

     Para mim tem sido um desafio descrever os resultados e conseqüências desses retiros espirituais, uma vez que toda a nossa Comunidade Ramá depende deles e sobre eles tem sido embasada e edificada.  Os retiros são onde os líderes são chamados, batizados no ES, treinados e reconhecidos. Os demais irmãos também tem sido edificados, instruídos, renovados e enchidos do ES nesses retiros. Muitos casamentos também começam ali. Muitas conversões e reconciliações têm ali o seu lugar. Batismos nas águas também. Muitas curas e milagres.
     Pessoalmente, para mim, cada retiro tem sido melhor que os anteriores, sinal de que estamos verdadeiramente andando para frente. Quanto à quantidade de pessoas, também tem aumentado sempre. Nos últimos retiros temos trabalhado sempre na capacidade máxima de lotação. Mas agora mais irmãos estão descobrindo as pousadas alternativas da região e lá se instalado. E por fim, cada vez mais irmãos de outras congregações têm vindo estar conosco e professar nossa unidade no Espírito.

     Ministraram, além de nós, cerca de 12 pastores e líderes reconhecidos no meio cristão. Isto tem aumentado a abrangência dos ensinos e seus resultados. O sobrenatural tem sido sempre presente. Até mesmo o clima, gerido pelo Senhor, nos propiciou um Retiro com tempo bom, contrariando os dias anteriores, de grandes chuvas, bem como a mesma previsão para os dias do Retiro. A única chuva que veio, rala, foi somente durante o batismo dos irmãos nas águas, como uma confirmação do Céu. E parou logo que o batismo terminou. Aleluia.

     Sobre o tema geral, Deus nos quis enfatizar a necessidade de apurarmos nossa santidade e nossa estratégia de ação, visando nos prepararmos e aos demais irmãos também para a Sua vinda, bem como para enfrentarmos a fase difícil da chamada “CRISE BRASILEIRA”, ou  conceituando melhor, esta época específica de JUÍZO de DEUS sobre o Seu povo no Brasil
     Irado com Seu povo desatento, sem santidade, pregando e vivendo um Evangelho distorcido, Deus entendeu de agir com rigor, visando peneirar a Eklesia, para prepará-la para o Arrebatamento.  Em muitos países, a ação de Deus se faz sentir na mesma direção: sejam os refugiados sírios, os perseguidos pelo Comunismo, pelo Islamismo ou mesmo no mundo ocidental aqueles perseguidos pelo espírito do Anti-Cristo, o Senhor é soberano para enviar à eklesia a tribulação mais apropriada aos seus fins, quais sejam, as ações de preparação da Noiva para o encontro do Noivo.
     No Brasil, o Evangelho se alastrou, se diluiu, fugiu do foco e da pureza exigidas e se descaracterizou de tal modo, que bem pode se assemelhar ao Israel do cap.1 de Isaías ou mesmo aos crentes condenados por Deus de Sof.1:5,6. Seguindo a Teologia de massificação de Ez.33:24-28, o povo de Deus no Brasil caminha para o mesmo fim.

     Em meio a esta realidade e à luz das Profecias, Deus entendeu de nos alertar, neste Retiro, orientar e fortalecer para estarmos fazendo a diferença na intercessão a favor da eklesia e do país, segundo 2Cr.7:14.

     Como líder e organizador do Retiro, não posso deixar de me quedar maravilhado ante o que Deus realizou, tanto individualmente, quanto coletivamente e em pról da unidade do Seu povo. Aleluias e glórias sempre ao Senhor.

Amém ! E louve conosco o Senhor, que mais uma vez nos tem conduzido em triunfo.  
    

Obs.: Sobre o conteúdo das ministrações, em áudio e vídeo, pode procurar em nossos canais: WWW.webradiorama.com   .

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

NOVELA DA RECORD

     ANALISE  e  COMENTE

Arrebatamento bate recorde de audiência

Assunto ficou entre os mais comentados nas redes sociais

por Jarbas Aragão
Capítulo sobre Arrebatamento faz Apocalipse bater recorde de audiência
     O capítulo da novela Apocalipse que mostrou o Arrebatamento, exibido na noite desta terça-feira (6), conseguiu dar à novela seu recorde de audiência desde a estreia, mostrando que o assunto atrai a atenção das pessoas. Também chegou a ser o assunto mais comentado do Twitter no Brasil, ficando nos trending topics do mundo por algumas horas.
     Parte dos personagens da trama bíblica, inclusive todas as crianças do mundo, sumiram ao mesmo tempo, deixando o mundo em um cenário de caos. Apesar das críticas, a Record teve uma grande oportunidade de abordar um assunto que não é amplamente conhecido fora de alguns círculos evangélicos. A visão pré-tribulacionista da novela é a mesma defendida pela maioria das igrejas evangélicas no país, dando conta que os salvos serão poupados do período da “Grande Tribulação”, que terá 3 anos e meio de uma falsa paz e 3 anos e meio de guerras e de um sofrimento da humanidade nunca visto na história.
     A cena durou cerca de 10 minutos e intercalou imagens de pessoas desparecendo com a exibição de uma série de versículos bíblicos sobre o assunto. A edição de imagens mostrou pessoas aceitando a Jesus no último segundo antes do Arrebatamento. Também teve vários efeitos especiais, como a queda de um avião e de um helicóptero.
     A novela vinha amargando índices baixos, mas o capítulo 56 deixou a Record empatada com o SBT em segundo lugar. Segundo a prévia do Ibope, no entanto, Apocalipse registrou 10 pontos de média, com 11 de pico. No mesmo horário, o canal de Silvio Santos ficou com 10,2. A Globo permaneceu em um distante primeiro, com 35,5 pontos.
Na semana de estreia, a audiência atingiu seu ápice com 9 pontos nos quatro primeiros capítulos, chegando a 10 em três da segunda semana. Mas de lá para cá, ficou bem abaixo disso.
     A novela escrita por Vivian de Oliveira entrará em sua segunda fase, com a ascensão do Anticristo, vivido por Sergio Marone. Nos últimos segundos do capítulo, ele aparece olhando para a câmera e diz: “Chegou a minha hora”.

A partir de agora será praticamente um novo folhetim, já que a maioria dos personagens centrais desapareceu.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

NOVA  FM 105,5

     É com grande prazer e responsabilidade que comunico a integração à nossa rede ministerial da NOVA FM 105,5 .
    Transmitindo de Niterói, em som stereo, a NOVA FM 105,5 levará ao ar toda a programação da nossa WEB RÁDIO RAMÁ, que deverá ser enriquecida ainda com novos programas de várias entidades e igrejas. Estaremos caminhando mais intensamente na direção de despertar o povo de Deus, buscar aperfeiçoar a nossa unidade no Senhor e ganhar almas para o Reino de Deus.
     Que você nos acompanhe em toda a enriquecedora programação, nos ajude a divulgá-la, ore por este ministério e pelas almas alcançadas.

                                       PR.  Érico  Rodolpho  Bussinger
                                                            Niterói, 01 fevereiro 2018

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

A LEI NA FORMA DE MANDAMENTOS E A SALVAÇÃO

                        A  LEI     
             PR.  Érico  Rodolpho  Bussinger
     A rigor, toda a Bíblia não é uma receita de bolo.  No Novo Testamento não se pode fazer uma lista do que vem a ser considerado pecado (beber, fumar, não se casar oficialmente, etc.).  Pois o único meio de convencer o homem do pecado é o Espírito Santo atuar (Jo.16:8). Nunca nós mesmos ou outra pessoa, ou mesmo uma lista feita pela Igreja.  E pode ocorrer que para um crente o Espírito Santo o convença de que determinada atitude é pecaminosa, enquanto que para outra pessoa a mesma atitude não é considerada como tal.  “Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos...” (Rm.11:33). Ou seja, não se cumpre a Lei mecanicamente, como que seguindo alguns mandamentos formais.  Não se vai conseguir. Para agradar a Deus é necessário ter a Lei no coração. Para cumpri-la.  Mas é mesmo necessário cumprir a Lei?  Afinal, o que é a Lei de Deus?
     Lei é um padrão.  Lei é estabelecida por quem tem o poder de estabelecê-la e fazê-la cumprir. Leis dos homens também são para serem cumpridas. Uma lei pode ser dada de diversas maneiras.
     Encontramos na Bíblia que a Lei escrita na forma de mandamentos ( chamada Lei de Moisés) só foi dada assim por Deus, porque foi pedida pelos israelitas (Ex.19:8).  Eles rejeitaram a Lei através do contacto direto com Deus (Ex.20:19). E pediram uma Lei escrita.  Na verdade a Lei é um padrão, que pode ser entendido ou visualizado de diversas maneiras.  No Éden a Lei seria dada pelo próprio Deus, segundo a necessidade. Passo a passo. Em Jesus a Lei é ilustrada, pela sua vida (Hb.1:2).  Em nosso tempo a lei (o padrão) é colocada dentro de nós pelo Espírito Santo.  A Lei escrita na forma de mandamentos (os judeus catalogam ao todo no Antigo Testamento 613 mandamentos) foi dada como um “aio”, para ajudar e não para confundir.  Sem estar no “espírito da Lei” (tendo o Espírito Santo) é impossível se cumpri-la.  É impossível ao ser humano cumprir toda a letra da Lei (Rm.3:10,23).  E hoje podemos dizer também que sem Jesus ninguém cumpre a Lei de Deus. 
     O Senhor Jesus não veio nos “ajudar” a cumprir a Lei.  Ele a cumpriu por nós e em conseqüência nos “imputa justiça” (2Co.5:19 e Rm.4:5,24), ao invés de tão somente nos “ajudar” a buscá-la (a nossa justiça própria), baseados nos mandamentos da Lei (inclusive o sábado).
     Para quem está em Cristo já não há qualquer condenação por parte da Lei (Rm.8:1), uma vez que Jesus, ao morrer, a cumpriu por nós e nos delegou os méritos de Sua morte, pela graça, cumprindo portanto toda a Lei por nós. Aleluia.  Bom para quem está em Cristo.  E o que é estar ou permanecer em Cristo?  Bom, isso é outro assunto !!!
     Cuidado e reverência ao ler o Antigo Testamento!
     Este é mais um exemplo da finalidade da Lei. Ela é perfeita em mostrar o que deve ser cumprido, se alguém o quiser.  Mas ela não ajuda ninguém a cumpri-la  (Rm.7:10).
     Há muitas passagens no Antigo Testamento que nos deixam dúvidas. Por exemplo, quando Deus afirma que alguém que descumprisse certos preceitos seria eliminado do seu povo (Lv.17:14).  O que isto significava? Quem deveria eliminar a pessoa errada?  O povo ou o próprio Deus?   Na expiação dos pecados (não por atrevimento) no Antigo Testamento havia a necessidade de derramamento do sangue de um animal inocente (Lev.17:11). E quem deseja cumprir a Lei segundo os mandamentos do Antigo Testamento (como os judeus), como vai fazê-lo sem derramamento de sangue?  Não será expiado aquele pecado. Não haverá perdão. Não somos justificados pela Lei do Antigo Testamento.
     Não nos deixemos confundir. A Lei de Deus é um padrão que não passou nem passará (Mt.5:18).  A Lei na forma de mandamentos (do Antigo Testamento) nos serviu de aio (ajuda) – Gl.3:24. Mas ela não é eficaz para remover nossos pecados. Somente o sangue de Jesus. Que é suficiente (Ef.1:7). Não se deixe confundir pelo Antigo Testamento, que deve ser estudado como ajuda e símbolos (Hb.10:1). Mas o que nos justifica e salva é somente o sangue de Jesus, que é eficaz e suficiente. Mas a pessoa tem que estar em Jesus, de tal forma que Ele lhe seja SENHOR. Caso contrário não será salvador. Ou seja, não há salvação sem se ser servo do SENHOR Jesus (Rm.10:9,10).
     Um bom termômetro para se ter certeza da salvação é se ser servo de Jesus (Rm.6:18), ser guiado pelo Espírito Santo (Rm.8:14)  e conseguir amar os irmãos (Rm.13:10). Você está seguro quanto a estes pontos?

     Deus nos ajude a entender esses princípios tão importantes quanto à LEI.   

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

REVELAÇÕES ANTIGAS DE DEUS SOBRE O BRASIL

         VISÃO DE DEUS sobre o BRASIL
     Estávamos em reunião de culto às 2as.feiras em Niterói, quando, orando pela atual situação crítica do Brasil, Deus me mostrou um esquadrão de demônios sendo contidos.  O mais interessante é que eles eram contidos por uma espécie de chefe deles, que os continha usando uma bandeira negra, na qual eu não conseguia discernir os símbolos.
     Entendi claramente que era com respeito à crise do país que, pela conjuntura atual, já poderia estar virando um campo de batalha.  Mas Deus está agindo para conter o ataque inimigo (lembremo-nos de que quem manda nos demônios é Deus).  E o discernimento que tive é que de isso se deve às orações do povo de Deus que estão sendo feitas.  Mas em algum instante o exército de demônios pode ser liberado para agir no país.  Pelo que entendi também eles já têm a permissão de Deus para isso e só estão contidos pela ação espiritual dos intercessores.  Até antes das eleições parecia que as forças demoníacas dominavam a política e pessoas como o dep.Jean Wyllis soavam como invencíveis.  O tempo passou e hoje temos uma justiça atuante, o ex-presidente Lula acuado, um congresso bastante “conservador” e a crise econômica ainda não explodindo (o que certamente vai ocorrer).
     A mensagem é uma exortação ao povo de Deus, para não brincar espiritualmente. Orar, agradecer e se preparar (lembrar-se que há uma revelação de 30 anos atrás sobre uma guerra civil no país – Sangue em sólo brasileiro).
            Compartilhe com quem ora e ama este país.   Pr.Érico R.Bussinger- 22/07/15 

ONDA GIGANTE CONTRA CRISTÃOS NO BRASIL
                                   PR. Érico  Rodolpho  Bussinger

     Eu tenho recebido muitas revelações de Deus sobre o Brasil. Confesso, entretanto,  que não me sinto à vontade neste ministério profético.  Preferiria, ao contrário, ser apenas um pastor ou líder, apresentando muitos resultados.  Eu me sinto como o profeta Amós (Am7:14,15), quando repreendido por profetizar no outro Israel.  Ele se disse apenas um boieiro (pastor de gado miúdo) e colhedor de sicômoros. Ou seja, ele tinha outra profissão. Mas que estava cumprindo apenas um chamado específico de Deus para que entregasse aquelas profecias. Ele não pretendia “viver de profecias”.  
    Semelhantemente eu também não pretendo atender a convites ou correr atrás de “curtidas” com o compartilhar dessas profecias.  Acredito, entretanto, que o Senhor Deus, talvez pela omissão ou incompletação de outros, me tenha dado essa atribuição específica, porque é da vontade de Deus “marcar” profeticamente e com antecedência os principais fatos no mundo e mostrar o que eles têm a ver com Deus (Am.3:7).
     De um modo geral as profecias que Deus tem me dado se encaixam bem nas palavras do livro de Amós e caracterizam no Brasil o início de uma época de maldições, em que a mão de Deus pesará sobre a nação, devido ao sal (a igreja) estar sendo insípido. E em conseqüência a nação está tomando rumos contrários aos padrões bíblicos. Essas decisões representam o conjunto de ações dos três poderes da nação, todos em sentido contrário a Deus. E de acordo com o Sl.2 o Senhor está aceitando o desafio.
     As pessoas não se entenderão, as autoridades se locupletarão, a convulsão terá lugar, pois a Economia também andará para trás. A insegurança se levantará assustadoramente. As famílias ficarão aterrorizadas. As catástrofes da natureza se sucederão. Muitas mortes completarão o quadro de uma guerra civil e muito sangue será derramado em sólo brasileiro. Isso tudo já tem sido anunciado e constituirá um quadro típico de um período de aproximadamente 2 anos, antes que venha uma estabilização da nação, já bastante empobrecida, dizimada e totalmente alinhada com os rumos do Anti-Cristo (EUA + Europa).
     De uma forma específica, agora, Deus está me revelando que acontecerá uma onda gigantesca de perseguição aos evangélicos no Brasil. Estarão alinhados a mídia, os governantes (os 3 poderes), as forças do crime (que até agora têm sido condescendentes com os cristãos, pelo fato de uma maioria de seus membros ser originária de igrejas evangélicas – filhos de crentes ou desviados), as forças políticas, além dos principais interesses econômicos.  Muitos evangélicos em desespero tentarão ir para o exterior e outros se mudarem para demais regiões do país. As igrejas serão perseguidas e assaltadas. Tudo com a permissão de Deus. É a perseguição da dor, que visará fazer os cristãos chorarem e se arrependerem, cumprindo assim 2Cr.7:14.
     Em conseqüência dessa grande perseguição, que trará um despertamento espiritual movido pela dor, é que haverá um avivamento espiritual que agradará a Deus. Depois de tudo, muitas conversões verdadeiras acontecerão. Muitos se voltarão para Deus. Em todas as igrejas.  Mas nunca mais os evangélicos terão influência sobre os rumos da política. Serão tempos novos. O país estará totalmente alinhado com o espírito do Anti-Cristo.
     Mas até lá, Deus terá conseguido o efeito bom que visava com o Seu povo no Brasil, o que não tem acontecido até então.
     Leia e contextualize o livro de Amós.
     A bênção de Deus.

                                                  Niterói-RJ, 18 de janeiro de 2017

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

A FALSA CIÊNCIA MANIPULANDO

Wikipedia exclui página de cientista que defende Criação e questiona Darwin

Günter Bechly é cristão e promotor da Teoria do Design Inteligente- Jarbas Aragão

     Wikipedia exclui página de cientista que questiona Darwin
Os adeptos da Teoria do Design Inteligente ficaram revoltados quando a página de um cientista respeitado que acredita que Deus criou o universo com um propósito foi excluída pela Wikipedia.
     Günter Bechly é um paleo-entomologista alemão, cujas áreas de especialização incluem história de fósseis e a origem dos insetos. Católico, Bechly diz que não cresceu em uma família religiosa, mas concluiu mais tarde na vida que a evidência para a evolução darwiniana é fraca e os dados que apontam para o Design Inteligente são muito fortes.
     Muitas pessoas pensam que alguém que duvida do processo neodarwiniano e abraça o design inteligente provavelmente é religioso, um cristão evangélico, e quer provar que está certo”, disse Bechly em um documentário produzido pelo Discovery Institute.
“Eu trilhei um caminho totalmente diferente … Venho de uma família totalmente secular, agnóstica. [Eu] não fui batizado, não tive nenhum tipo de educação religiosa, nunca fui à igreja, então posso dizer que era completamente não religioso “.
     Ao contrário da maioria dos cientistas em seu campo, Bechly rejeita o ateísmo, o materialismo, o naturalismo e o cientificismo, e ressalta que seu trabalho como cientista foi que o levou a acreditar na “mão de Deus” na criação.
Minha conversão foi baseada em uma avaliação crítica de dados empíricos e argumentos filosóficos, seguindo a evidência onde quer que ela levasse”, escreveu ele em seu blog pessoal. “Eu sou cético quanto à teoria neodarwiniana da macro-evolução e sustento e apoio o Design Inteligente por razões puramente científicas”.
     Bechly passou a endossar publicamente a Teoria do Design Inteligente (TDI) em 2015, mas já vinha criticando repetidamente a evolução darwiniana e apontando a existência de evidências científicas para um designer ou Criador.
     Quando um biólogo influente admitiu as deficiências da teoria evolucionista em um encontro recente da Royal Society em Londres, Bechly, que estava presente no evento, voltou a criticar os “déficits explicativos” da evolução.
     “Depois desta conferência tive mais certeza do que nunca que a biologia evolutiva é um imperador que está nu, e o Design Inteligente é a melhor explicação para a complexidade e a diversidade biológica”, assegurou.
     Embora Bechly tenha escrito dezenas de artigos científicos e se formado com a honraria máxima quando concluiu seu Ph.D. em geociências da Universidade de Tübingen, Alemanha, ele passou a ser questionado por colegas. Sua página de Wikipedia foi apagada depois que vários usuários alegaram que sua “notabilidade” era insuficiente.
     Alguns dos comentários em fóruns de discussão sobre paleontologia o levam a crer que foi algo orquestrado por pessoas que não aceitam sua perspectiva criacionista.
David Klinghoffer, membro do Discover Institute, e amigo de Bechly, acredita que a exclusão da página é uma clara tentativa de censura da Teoria do Design Inteligente. Ele revelou também que o erudito alemão perdeu seu emprego como curador de um museu depois de revelar seu apoio à TDI. Klinghoffer diz que terem apagado a página da Wikipedia é “algo grave e uma lembrança da dificuldade de se debater com isenção sobre a TDI. “Temos uma vasta e bem documentada história de censuras e intimidação”, lamentou de acordo com o Christian News.

Entenda o que é TDI

     A maior parte da comunidade científica acredita e defende a teoria da evolução, proposta por Charles Darwin (1809–1882). Biólogo e naturalista inglês, ele questionou a opinião vigente em seu tempo que considerava apenas a possibilidade da criação da vida por Deus.
     Uma espécie de meio termo, que une fé e ciência, a Teoria do Design Inteligente (TDI) surgiu nos EUA na década de 1980 e ganhou adeptos em todo o mundo. No Brasil, um grupo de cientistas renomados passou a defendê-la com mais intensidade nos últimos tempos. Para eles, a vida não surgiu após uma série de eventos aleatórios, mas é resultado do projeto de uma mente inteligente.

     Marcos Eberlin, professor do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), explicou ao Gospel Prime: “Conhecimentos científicos em bioquímica e biologia molecular cada vez mais apurados nos permitiram abrir a caixa preta chamada célula e enxergar nela um conjunto imenso de máquinas moleculares dotado de uma complexidade irredutível… Não dá para pensar num motor desse tipo produzido por forças naturais. Foi decisão de uma inteligência que existe no universo.”


quinta-feira, 12 de outubro de 2017

DISCIPULADO É ORDEM DE DEUS

UMA INTRODUÇÃO AO DISCIPULADO CRISTÃO
     Há um texto nas Escrituras que nos deixa maravilhados. É o capítulo 25 de 1º Crônicas, que registra a organização e a atividade específica de um grupo de levitas que se dedicava exclusivamente à música. O versículo 6 resume a beleza daquele quadro, quando afirma que todos os músicos e cantores estavam sob a direção respectiva de seus pais Asafe, Hemã e Jedutum e estes sob as ordens do rei Davi. Que segredo havia naquelas famílias, para conseguir aquela submissão espontânea, pois que da qual se exigia harmonia e dedicação? E não há dúvida de que todos estavam em comunhão íntima com Deus, a ponto de profetizarem com harpas (v.3), terem visões espirituais (v.5), estarem aprovados e serem constituídos alvos de promessas especiais de Deus. O grau de harmonia entre aquele grupo era tão grande, que se consideravam iguais entre si, a ponto de se submeterem todos a um sorteio comum para lhes designar os deveres (v. 8), independentemente de hierarquia, antiguidade ou privilégios especiais.
     A explicação para esse exemplo tão tocante está no v. 8: o tipo de relacionamento que cultivavam – O DISCIPULADO. Mestre e discípulo eram iguais nos deveres, mas respeitosos na submissão (v.6). Estes dois pontos caracterizam princípios para todos os cristãos em sua relação no corpo de Cristo e atividade espiritual.
     O DISCIPULADO é, pois, um tipo de relacionamento que gera uma submissão espiritual desejável. Davi era o chefe daquele grupo que se compunha de 288 músicos. Certamente não por ser rei, mas pelas suas qualidades. A submissão do discípulo ao seu mestre não se dá numa base formal, como se na obra de Deus alguém pudesse ser nomeado mestre por um decreto ou portaria, ou mesmo eleição.  Antes, porém, se baseia na autoridade espiritual do mestre e no reconhecimento dessa autoridade por parte do discípulo.     
     A ligação mestre - discípulo se baseia na diferença de espiritualidade entre um e outro. O mestre ou discipulador é uma pessoa que aprendeu antes, passou por todas as etapas do aprendizado e tem amor pela obra de Deus, a ponto de conseguir fazer discípulos e se dar por eles.  Por isso se estabelece (formal ou informalmente)  um compromisso de aliança entre ambos. O discípulo se submete ao mestre.
     Apesar da autoridade espiritual, o mestre não se sente no direito de "mandar" no discípulo, como que querendo  controlar a vida dele. No culto, na atividade espiritual, o mestre serve junto com o discípulo. São todos iguais. Ele trabalha também. É como o que fizeram todos os príncipes na reconstrução dos muros de Jerusalém com Neemias.
     A vida e o ministério de Jesus sobre a terra foram um exemplo insofismável do discipulado, bem como o método ou a forma de trabalho do apóstolo Paulo. O escritor Robert E. Coleman, em seu livro intitulado em Português “O PLANO MESTRE DE EVANGELISMO”, analisa com extrema felicidade o ministério terreno do Senhor e estabelece os 8 princípios do discipulado cristão, o que deveria merecer a atenção de todo cristão sério, bem como de todo líder evangélico. São eles: SELEÇÃO, ASSOCIAÇÃO, TRANSMISSÃO, DEMONSTRAÇÃO, DELEGAÇÃO, SUPERVISÃO e REPRODUÇÃO.
     Ao partir, o Senhor deixou-nos a ordem clara: “ Ide por todo o mundo e fazei discípulos...” O IDE é inseparável do FAZER DISCÍPULOS. É impossível fazer discípulos sem ir (como que esperando por eles- e há muita gente nas igrejas assim), como é inútil ir pregar sem uma condição mínima para discipular, ou consolidar os resultados alcançados. Seria como que semear apenas à beira do caminho, esperando que Satanás não roube a semente lançada e ela germine sozinha (assim só mato). Ou como continuar pescando em alto mar,  com o barco a pique, sem condições de trazer os peixes.
     O fazer discípulos é, pois, em primeiro lugar, a ordem máxima do cristianismo. É a missão principal do cristão, à qual todo cristão deve se dedicar, para não ser uma pessoa estéril.
     Ocorre, porém, em nossos dias, uma confusão perigosa entre o IDE  e o VINDE. Parece que a tendência geral entre os cristãos mais sinceros é de enviar obreiros para pregar aos incrédulos, para depois trazê-los (para a sua Igreja). A atitude atual parece ser, pois: “ide, e depois vinde”; como se não se cresse no poder do Senhor, para dizer: “ide, ficai, crescei, multiplicai-vos.”
     Novamente em Israel encontramos esclarecimentos adicionais sobre este assunto. Foi o próprio Senhor quem ordenou aos filhos de Israel que viessem todos ao templo três vezes por ano (Êxodo 34.23). Quando no deserto os israelitas se acampavam, cada um deveria fazê-lo, não no lugar que achasse melhor, mas cada um sob o seu respectivo estandarte, e todos ao redor da tenda da congregação. Cada tribo (cada grupo) com seu príncipe, segundo sua família, a casa de seu pai (Nm 2.2). Isso era necessário para que houvesse ordem entre todo aquele grande povo. O discipulado tem uma de suas finalidades no arregimentar um grande número de pessoas, guardando uma necessária unidade de ação. Este ideal é praticamente impossível  de ser alcançado com uma liderança fraca ou um governo frouxo e destituído de discipulado.
     Os príncipes (os homens principais) de cada tribo desempenhavam um papel muito importante no governo civil em Israel, mas não no culto a Deus. Cada príncipe era o filho mais velho do príncipe anterior e, sendo assim, em questão de ordem, todos da tribo lhe deviam obediência. Isto é a área de governo da igreja, visando ordem no povo (para que haja progresso).  Mas  no culto todos eram iguais. E os sacerdotes, que ofereciam os sacrifícios, eram servos de todos.  Deus atenderia a todos e a cada um que tivesse o coração sincero e O buscasse em espírito e em verdade, como adoradores verdadeiros.
     Em Números 10 se estabelece a instituição das trombetas, que deveriam ser tocadas pelos sacerdotes. Elas eram o meio de comunicação rápida entre os líderes e o seu povo, fator de arregimentação. Os toques das trombetas se dirigiam ora só aos príncipes (v. 4), ora a toda a congregação (v.3). Tocavam na guerra (v.9) e nas festas (v.10). Ao tocarem, todos os discípulos deveriam dirigir-se aos respectivos “mestres” ou chefes. E assim todo o povo atenderia a uma só ordem.  Povo de convocação. Que maravilha!  Ficamos admirados.
     Nas passagens acima percebemos claramente duas tendências: a centralização e a descentralização.
            A organização da Igreja inclui esses dois movimentos distintos, reconhecidos em suas respectivas áreas. O governo eficiente e participativo exige a descentralização. E para tanto, nada melhor do que o discipulado. Mas o culto a Deus e a unidade de ação dependem fundamentalmente da centralização de decisões e de orientação específica. Da mesma maneira, nada melhor do que o discipulado, que é a única forma possível de garantir a obediência às ordens divinas, havendo a necessária descentralização, para o governo eficiente.
     Podemos, portanto, afirmar que a vontade de Deus na Igreja é a centralização para o culto e a descentralização no governo e na ação.

O QUE É DISCIPULADO

     Para Moisés, o conselho do sogro, de escolher anciãos que com ele dividissem a responsabilidade sobre o povo (Êxodo 18. 21-26), teve o respaldo divino (Números 11.16), de forma que entendemos ser a delegação de responsabilidades bem vista aos olhos de Deus. O próprio governo do Rei Jesus sobre a terra no milênio adotará esse tipo de organização, quando uns receberão autoridade sobre 5 cidades, outros sobre 10 e assim por diante (Lc 19. 17-19). Quanto a Israel, a organização do povo era bem clara (Dt 1. 13-15). Havia chefes de 1000, de 100, de 50, e de 10. Os príncipes de cada tribo eram os chefes de seus milhares. Não há dúvida de que o chefe de 50 tinha autoridade sobre 5 chefes de 10, em geral de sua família. Dessa forma as ordens de Deus aos líderes eram facilmente cumpridas por todos. Essa organização era bem tipicamente militar. Presumia a hierarquia e a disciplina. Qualquer rebelião contra os chefes de família era ensejo para aplicação da lei marcial (a morte). Assim, os chefes eram obedecidos rigorosamente. E nada menos que isso poderia ser tolerado se, se quisesse manter firme a unidade de comando em todo o Israel. O próprio Deus aprovava essa organização militar.  Ele se auto-intitulava muitas vezes de “Senhor dos Exércitos”.
     O discipulado, como opção de organização se opõe à democracia, na qual todos têm, perante a lei, igual direito de opinar sobre as decisões gerais. No discipulado as ordens vêm de cima. Na democracia as determinações provêm da maioria. Quem quiser, no sistema democrático, ter autoridade, deve fazer suas idéias conhecidas e influenciar o povo a apoiá-las. E com base nesse apoio recebido tomar as deliberações cabíveis. Os líderes em Israel Coré , Datã e Abirã não se conformaram com o sistema de governo, nem com a liderança de Moisés e quiseram mudá-los via método democrático (Nm 16). Organizaram a "Revolta Democrática" contra Moisés e Arão (mais tarde foram imitados por Absalão). Arregimentaram o povo, que com eles concordava e partiram para a ação. O resultado que colheram foi o juízo fatal de Deus.
     No discipulado parte-se do princípio de que as ordens vêm de Deus, através dos presbíteros (líderes), que são constituídos em autoridade máxima na localidade. Cada um deles repassa a orientação aos discípulos sob sua influência. E assim por diante, até que todo o povo tome conhecimento e obedeça às ordens recebidas. Não há lugar para discutir a validade das ordens. É possível discutir-se a forma de sua melhor aplicação, mas nunca a conveniência de seu cumprimento. Ordens se cumpre. À semelhança de Coré, Datã e Abirã, seria isso uma afronta a Deus e aos seus ungidos.
     A diferença básica entre o regime militar ou a organização israelita, e o discipulado cristão é que, naqueles sistemas os chefes são designados, nomeados ou estabelecidos, enquanto no discipulado o discípulo se submete espontaneamente ao seu mestre, pelo reconhecimento nele da autoridade divina. E o mestre se faz tal pelas suas qualidades espirituais, bem como pelo fruto da sua vida,  no que é reconhecido pelo discípulo. E assim, no discipulado não há tensões, ou motivos para rebelião e insatisfação. Qualquer incompreensão que haja é explicada por quem tem autoridade e assim facilmente compreendida. Em caso de disciplina ela é aplicada com amor, podendo alcançar resultados positivos.
     O discipulado permite ainda o melhor conhecimento das necessidades dos santos, bem como uma mais equilibrada divisão do trabalho na comunidade. O resultado total é o maior proveito por parte de todos, bem como uma maior potência evangelística e missionária na Igreja.