quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

GRAÇA BARATA

           OBEDIÊNCIA  E  SACRIFÍCIO
                                                               Pr. Érico Rodolpho Bussinger
     A graça de Deus talvez seja dos assuntos mais importantes da Bíblia.  Considerada como um favor não merecido, a graça de Deus é que propicia condições para que alguém seja salvo.  Se Deus fosse apenas justiça, ninguém seria salvo. Mas como Ele é também misericordioso (doador de graça), no Plano de Salvação Deus  providenciou o cumprimento da Lei para ser  atribuído por graça a cada pessoa que quiser.  Dependendo da atitude de uma pessoa, ela pode receber essa graça de ser justificada perante Deus, o que cumpre a Justiça Divina e propicia a entrada dessa pessoa na salvação eterna.
     Há, no entanto, que se entender essa graça, para que ela não seja barateada. Uma graça barata não provém de Deus. Por que razão Deus distribuiria graça a todos, involuntariamente, de qualquer maneira? Isso seria tão somente jogar por terra a Justiça Divina. Se uma pessoa faz o que bem entende, peca à vontade e depois recebe a graça da salvação  independente de sua atitude, isso desmereceria a Justiça de Deus e contaminaria por completo o Céu e toda a eternidade, levando para lá todo tipo de pecado. Alguns chamam a isto de universalismo. Ou seja, Deus é tão bom que não condenará ninguém, mas salvará a todos.  Nada mais distante da Bíblia. Se Deus é santo, Ele não vai querer a contaminação do pecado junto dEle pela eternidade. Na verdade, Deus é justo, não tem prazer na condenação do perverso, mas condenará a todos que pecarem contra Ele.  Para isto Ele estabeleceu o Juízo Final (Ap.20:12,15).
     A manifestação da graça de Deus depende de uma atitude de cada pessoa.  Ela é individual.  Cada pessoa deve se arrepender de seus pecados e crer em Jesus (Lc.24:47 ).  O crer em Jesus deve ser em quem Ele realmente é.  Jesus é Senhor e a fé verdadeira leva o crente a tê-lo assim (Rm.10:9,10).  Se o crente se submete a Jesus como Senhor, ele  terá a certeza de salvação (At.16:30,31). Caso contrário Jesus não será seu salvador. A graça depende de uma atitude.  Ela é gratuita no merecimento da salvação, mas não independe da atitude da pessoa.  Somente acreditar que Jesus é Deus e salvador não acarreta salvação.  Essa fé é morta (Tg.2:25).  Também somente aceitar a Jesus como sendo único e suficiente salvador não é fé verdadeira.  Até o diabo crê nisso também.  Eu creio que esse equívoco é que tem colocado nas igrejas  muitos crentes meramente "acreditadores", mas não convertidos.  Jesus não é senhor na vida deles.  Eles não obedecem, não são servos e também eles são capazes de passar uma vida "na igreja" e não produzir obras.  Sua fé é morta.
     Muitos crentes interpretam mal o texto de 1Sm.15:22, que diz que o OBEDECER é melhor do que o SACRIFICAR.  Isso não significa que Deus não quer sacrifícios, mas apenas que eles devem vir como consequência de uma vida de obediência, e não como um pagamento da salvação ou que o sacrifício seja um preço para comprar o perdão dos pecados e a salvação.  Os primeiros 2 mandamentos exigem, da parte de Deus, que a pessoa adore a Deus e lhe dê culto (Mt.4:10).  Deus não quer adoradores de mãos vazias, ou seja, que não façam nada por Ele (Ex.23:15).  Mas Deus enfatiza que o simples ofertar (como Caim) não pode comprá-lO .  Sem primeiro obedecer a Deus, a oferta de alguém será vã.
     Em Jz.6 encontramos a história de Gideão, que depois de receber um chamado de Deus, decidiu obedecer.  Mas antes ele resolveu ofertar a Deus um sacrifício (v.18).  A aceitação de Deus do sacrifício seria o sinal de aprovação.  Foi o que ocorreu quando Gideão ofereceu um sacrifício. Também o fato de Deus aceitar a oferta de Abel foi uma confirmação.  Os crentes foram chamados para cultuar a Deus.  A ordem é para todos (Mt.4:10), mas somente os servos e obedientes oferecerão a Deus o seu trabalho e o seu sacrifício como culto, cumprindo assim aqueles dois  primeiros mandamentos.  Dessa forma a sua fé não será morta.  Sua fé no sacrifício de Jesus também não será vã.  Os frutos dessa vida testificarão da salvação.
     Em resumo, a graça de Deus não é de graça.  Mas depende de uma atitude de quebrantamento e arrependimento.  Graça barata não gera justificação, nem salvação.
     Portanto, não basta  simplesmente "aceitar" a Jesus.  Tem que se tornar  "servo", para que tenha Jesus como Senhor e Ele lhe seja salvador (At.16:31).
     Dá para entender?

     Cuidado para não querer baratear a graça de Deus e só descobrir isso na condenação eterna.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Alegrai-vos. Jesus está voltando.


Mil judeus aceitam a Jesus como Messias numa única noite em Israel
Evento em Tel Aviv foi ministrado pelo pastor pentecostal Sid Roth
     Em meio a inúmeros relatos de conflito raciais, ataques terroristas e tensão religiosa, há algo diferente no ar em Israel.Segundo a revista Charisma, é a presença sobrenatural de Deus em um grande avivamento.
     Pela primeira vez em quase dois mil anos há o registro de 1.000 judeus ouvindo e aceitando o evangelho de Jesus Cristo ao mesmo tempo. A reunião em Tel Aviv lotou o espaço para conferências utilizado pelo ministério do judeu convertido Sid Roth.
     Pregando em inglês, com tradução simultânea para o russo, o evento atraiu um público incomum para um evento desses realizado em solo israelense. Segundo a Charisma, foi algo comparado ao relato do Livro de Atos.
     Embora Israel seja o país com maior liberdade religiosa do Oriente Médio, judeus que confessam a Jesus como Messias enfrentam dificuldades em seu convívio social. Menos de dois por cento da população de Israel afirma ser cristã.
     Sid Roth é um pregador pentecostal, conhecido nos Estados Unidos pelo seu programa de TV It’s Supernatural [É Sobrenatural]. Há anos ele tem falado sobre um avivamento em Israel antes da volta de Jesus.
     Seu ministério também abriga a Visão Messiânica, que trabalha especificamente na evangelização de judeus. O evangelista tem viajado regularmente a Israel para encontros do tipo, mas relata que nas últimas viagens a recepção à mensagem tem sido sem precedentes.
     Ele tem apelado para que a Igreja ore por um mover entre os judeus nestes últimos dias. Sua pregação em Tel Aviv exaltou o amor incondicional de Deus. Depois começou a orar pelo toque de Deus na vida das pessoas presentes no encontro. Enquanto orava pela cura física, centenas levantaram as mãos, afirmando que haviam recebido o milagre.

     As Escritura declaram que o judeu exige sinais (1 Co 1:22). Logo em seguida, Roth fez o convite para quem queria fazer de Yeshua (Jesus) seu Messias e Senhor. Quase todos os presentes levantaram-se e fizeram a oração de arrependimento e salvação. Pastores messiânicos locais irão acompanhar e discipular aqueles que tomaram a decisão de seguir a Jesus.

As coisas estão mudando em Israel e no mundo

Israel muda foco da diplomacia para países do Oriente
DANIELA KRESCH 
     Em passos quase paralelos, Israel suspenderá o relacionamento diplomático com a União Europeia (UE) e abrirá uma representação em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, com quem nunca teve relações diplomáticas.
     As relações com os europeus, aliados históricos do Estado judaico, estão cortadas devido à decisão do bloco de retirar a inscrição "Fabricado em Israel" de produtos de empresas israelenses fabricados nos territórios ocupados da Cisjordânia, Jerusalém Oriental e Colinas de Golã.
     Já a missão israelense a Abu Dhabi não será uma embaixada, mas um escritório ligado à Agência Nacional para Energia Renovável, organização criada em 2009 com sede no emirado árabe.


     Mesmo assim, o passo é visto como revolucionário, já que os Emirados Árabes Unidos barram visitantes com passaportes israelenses. A única exceção é para atletas e empresários que viajam em raros eventos oficiais.
     A decisão foi comemorada pelo jornal "Jerusalem Post". Em editorial, a publicação afirma que o escritório em Abu Dhabi é um sinal da melhora das relações entre Israel e países do golfo Pérsico.
Um dos motivos para a aproximação seria a oposição de ambos ao acordo nuclear entre as potências e o Irã e o surgimento de novos inimigos em comum, como o Estado Islâmico.
     Não é segredo que Israel mantém relações secretas com esses países. No passado, o premiê Binyamin Netanyahu disse que há "crescentes interesses em comum com países árabes moderados", forma como se referiu às monarquias do Golfo.
    "A diplomacia israelense precisa achar caminhos diferentes para desenvolver o diálogo na região", disse Dore Gold, diretor-geral do Ministério das Relações Exteriores.
     acreditam que a missão em Abu Dhabi e a medida contra a UE seriam parte da estratégia de mudar o foco da diplomacia de Israel para o Oriente.
     Os principais alvos seriam os países moderados do Oriente Médio, China, Índia e Rússia. "No jogo geopolítico do Oriente Médio, Netanyahu prova que ele é capaz de atuar com sabedoria", escreveu o comentarista Nadav Haetzni no jornal "Maariv".
     "O colapso de países e regimes e o aparecimento de monstros islâmicos radicais estremecem todos os paradigmas que regiam esta região. As linhas que separavam inimigos de amigos, aliados e rivais, se esmaeceram."
     Mas, para o professor Meir Litvak, da Universidade de Tel Aviv, dizer que a missão em Abu Dhabi será um divisor de águas é um exagero.
     "Há um limite até onde os Emirados Árabes Unidos podem ir na relação com Israel enquanto não houver um acordo com os palestinos".
     Para Litvak, é verdade que Israel também tenta se aproximar de China e Índia, mas cortar o relacionamento com o Ocidente seria gol contra.


     "Nós é que vamos pagar o preço. Índia, China, Rússia e países regionais nunca poderão substituir EUA e Europa como aliados de Israel, tanto financeira quanto diplomaticamente. Quem diz isso seriamente ou é estúpido ou apenas demagogo."

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

COMUNISMO É BOM?

Cristão usou próprio sangue para escrever cartas em prisão cubana
Torturado por 22 anos, ele conta como a fé salvou sua vida
     O ganhador do prêmio da fundação Becket pela Liberdade Religiosa em 2016 será Armando Valladares, um cristão cubano que ficou preso durante 22 anos por se opor ao regime comunista de Fidel Castro.
Ele conta que trabalhava para o governo, mas em 1960 recusou-se a colocar em sua mesa uma placa que dizia “Eu estou com Fidel”. Mandado para uma prisão onde sofreu torturas durante décadas, ele conta que sempre manteve sua fé no Senhor.
Usava seu próprio sangue para escrever cartas e poesias durante sua detenção. Em 1982 ele foi libertado, graças à intervenção do ex-presidente francês François Mitterand. Foi para os Estados Unidos em 1986. Desde então dedicou sua vida a lutar pelos direitos humanos. O ex-presidente americano Ronald Reagan nomeou Valladares em 1988 como embaixador americano na Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas.
     Aos 78 anos, Valladares lembra que sofreu espancamentos constantes, fez diversas greves de fome que acabaram lhe deixando numa cadeira de rodas por anos. Ficou oito anos nu, em uma solitária onde os guardas jogavam dejetos humanos sobre ele.
     Utilizando pedaços de papel e seu próprio sangue, conseguia eventualmente que suas cartas e poesias chegassem à sua mulher, Martha, que as enviava para fora de Cuba. Após serem publicadas, foram criando um clamor internacional por sua libertação. De certa forma, ele se tornou um símbolo da perseguição política (e religiosa) que os cubanos sofrem sob o regime comunista de Castro.
O anúncio de que Valladares receberá em maio do ano que vem a ‘Medalha de Canterbury’, foi feita semana passada. A diretora executiva da Fundação Becket, Kristina Arriaga, afirmou que “Valladares é a personificação da luta pela liberdade religiosa… Desde sua libertação, tem defendido inúmeros outros que também foram privados de seus direitos de viver segundo suas próprias crenças”.
Valladares deixou de ser embaixador em 1990, mas continua sua luta. Em seus textos, continua pressionando fortemente a ONU para dar atenção às violações dos direitos humanos em Cuba. Afirma que o governo continua violando a liberdade religiosa.

Com informações de Christian Post

AGORA É A NOVA FILHA PRÓDIGA

PORTAS ABERTAS
     Foi em Glasgow, na Escócia, que esta história aconteceu.
Uma adolescente fugiu de casa para viver “sua” liberdade, mas logo caiu na realidade da vida. Sem dinheiro para se manter e sem coragem de voltar para casa, acabou por entrar no mundo da prostituição. Os anos se passaram, mas, apesar da saudade dos pais, ela nunca mais tentou qualquer contato com eles. Seus pais sempre a procuraram, mas em vão.  Desde a morte do seu pai (que ela nem ficou sabendo), porém,  sua mãe intensificou as buscas, deixando um cartaz de “Procura-se” em qualquer lugar onde lhe permitissem. Neste cartaz a mãe havia colocado sua própria foto, escrito embaixo: “Eu ainda amo você. Volte para casa”. Os meses se passaram sem qualquer notícia, até que um dia, numa fila de sopa para pessoas carentes, a moça viu a foto da sua mãe, que apesar de ter envelhecido bastante, ainda conservava o mesmo olhar que ela guardava em suas lembranças. Não pôde conter a emoção e, naquele dia mesmo, voltou para casa. Era tarde da noite quando chegou. Tímida, ela se aproximou da porta. Ia bater, mas ela se abriu sozinha. Entrou assustada, apavorada com a idéia de que algum ladrão tivesse invadido a casa e “sabe lá Deus o quê” poderia ter feito. Correu para o quarto e viu sua mãe dormindo. Acordou-a. Ambas choraram muito. Abraçaram-se. Reconciliaram-se. Lembrando-se da porta aberta, a moça disse: – Puxa, mãe, levei um susto tão grande quando cheguei.
– Por que, minha filha? – É que a porta da frente estava aberta e eu pensei que algum ladrão tivesse invadido a casa. Você precisa tomar mais cuidado, mãe. Não pode mais esquecer a porta aberta. – Não meu amor, você não está entendendo. Eu não esqueci a porta aberta. Desde o dia em que você foi embora, esta porta nunca mais foi fechada.

E, [o filho pródigo] levantando-se, voltou para seu pai; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou (Lucas 15.20).