sábado, 7 de maio de 2016

VINGANÇA DE DEUS

       DEUS  É  QUEM  VINGARÁ  EDUARDO  CUNHA
                                                               Pr.  Érico  Rodolpho  Bussinger
     Temos recebido revelações de Deus de que Ele está contra o Brasil e estará comandando os desastres contra a nação.  É claro que ficamos estarrecidos, mesmo porque entendemos que Deus é bom e misericordioso, Ele deseja que Seu povo seja sal para a terra onde foi colocado e não faltam aqueles que professam até que "o Brasil é do Senhor Jesus".  Além disso temos convicção de que o Senhor deseja que sejamos intercessores a favor da nação (1Tm.2:1-4).
     Em abril Deus nos mostrava um vulcão prestes a eclodir no Brasil.  Era a situação política já fervendo e prestes a  explodir. O impeachment se avizinhava.  Em início de maio/16 eu via uma fera semelhante a leão, irada e pronta para aterrorizar a nação, mas que no entanto estava segura por um anjo forte e musculoso.  Mas ele receberia ordem para soltá-la.  Em 04 maio à noite o Senhor me mostrava um tapete cinza muito grande acobertando muita coisa embaixo dele.  Mas eis que saía debaixo dele uma fera semelhante àquela já vista antes, só que agora estava livre para agir com violência e fazer agonizar o país.  Logo a seguir, na madrugada de 5a.f dia 05 de maio,  o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal deu uma decisão cautelar afastando o deputado Eduardo Cunha de suas funções de deputado e presidente da Câmara dos Deputados. À tarde do mesmo dia a decisão foi confirmada por todos os demais ministros da corte máxima do país.  Era o estopim. O cumprimento foi deflagrado.


     Na decisão proferida o ministro fez questão de dizer que não tinha base na Constituição para fazer o que fez (interferir em outro poder da República), mas que o fazia baseado no Código de Processo Penal, atendendo à Procuradoria da República, no interesse de não permitir que o deputado Eduardo Cunha atrapalhasse as investigações de denúncias sobre ele.  O deputado foi imediatamente afastado de suas funções.  Com isso se atendia aos anseios do Governo da Presidente Dilma, que também o pedia, bem como às críticas da grande mídia e pelo visto a uma grande parcela da população brasileira.
     Do ponto de vista de Deus o deputado Eduardo Cunha estava cumprindo uma missão importante, apoiado pelos demais deputados evangélicos, que era a de barrar o avanço do movimento gay e das forças esquerdistas que pretendiam influenciar a educação das crianças do país em direção contrária à Bíblia.  Pela decisão do STF ficou claro que ele não foi afastado pelos seus erros (crimes), uma vez que estes não haviam ainda sido julgados.  Mas foi afastado pela sua conduta, acusado de usar o regimento da Câmara em benefício próprio.  É evidente que essa acusação carecia de comprovação, inclusive dando oportunidade ao contraditório.  Por isso foi cautelar. O que o deputado fez nesse sentido foi sempre com respaldo de outros deputados e em nada diferente do que fizeram todos os que foram antes dele.  Apenas para ilustrar, cito o caso do projeto de lei do crime de homofobia, que foi imposto por atropelamento à Câmara.  Também quando foi aprovada a chamada "Lei da Palmada".  Nesta situação o deputado pastor Eurico foi simplesmente humilhado, por tentar discordar da lei.  Tudo "dentro do Regimento". Em nada o deputado Eduardo Cunha praticou ilícito no uso da condução da Câmara.  Também sempre se ateve ao Regimento da Casa.  Mas a acusação que pesou sobre ele é de que, mesmo licitamente, ele usou o Regimento a favor de seus interesses e de seus aliados, entre eles o chamado "baixo clero" e a maioria da chamada "bancada evangélica".  E isso não agradava ao Governo e a outras instituições brasileiras.
     Eduardo Cunha foi punido.  E não conseguirá mais reverter a situação.  Poucos se levantaram a seu favor.  Nem Michel Temer e o seu próprio partido, o PMDB.  Daqui para frente menos pessoas ainda o farão.  Afinal, ele errou (como centenas de outros já denunciados).   E pelo já denunciado, parece muito provável que ele seja condenado.


     O que temos entendido é que Deus o levantou (apesar de seus erros - e na política quem não os tem?) como foi levantado Nabucodonozor, Ciro da Pérsia, Constantino etc.  Deus o levantou para desfraldar  bandeiras a favor do cristianismo e da família.  A nação rejeitou.  E o STF jogou a pá de cal.  Não em Eduardo Cunha, mas nas suas bandeiras.  Ele não foi afastado pelos seus erros, que não foram ainda julgados.  No meu entender ocorreria o mesmo caso fosse Marco Feliciano ou Jair Bolsonaro.   Agora a vida prosseguirá.  Como?  É o que vamos assistir (e participar).  A nação instabilizada politicamente (forças de esquerda agitando o país, à semelhança de 1964), a Economia ladeira abaixo, rumo à depressão (não só recessão),  desemprego disparando,  crimes se multiplicando, ataques de todo tipo de outros países, pestes e enfermidades várias e catástrofes da natureza se multiplicando.  É a fera solta (por Deus) para agitar o país.
     O que vamos ver no Brasil é a vingança de Deus pela nação organizada O estar rejeitando.  Até a situação mudar.  E como vai mudar?   É pelo que o povo de Deus deve orar!