sábado, 1 de novembro de 2014

REFLEXÕES SOBRE AS ELEIÇÕES

 DILMA  X  AÉCIO
                                            Pr. Érico  R.  Bussinger                                                            
Por que não Marina?
     Cremos que Deus é soberano.  Mas o que significa isso?  Será que Ele dirige a História e os acontecimentos segundo a Sua vontade?  Ou será que Ele respeita a vontade do ser humano que criou?  Afinal, foi Deus que quis que Aécio vencesse Marina?
     Eu creio que sim.  Deus esteve, sem dúvida alguma, a dirigir os acontecimentos.  Como na última eleição presidencial nos EUA (2012), foi Deus que enviou aquele furacão “Sandy” uma semana antes das eleições.  A previsão lá é sempre difícil. Estava tudo muito turvo.  O Romney ia bem, conseguindo apoio dos evangélicos (embora ele fosse mórmon), inclusive de Billy Graham e a simpatia, senão o apoio também do dr.Dobson, famoso psicólogo cristão midiático.  Esse candidato republicano Romney representava toda a esperança evangélica conservadora contra a ameaça do Barack Obama, a essa altura já bastante conhecido de todos.  Ele era a favor do aborto, do homossexualismo, dos muçulmanos, contra Israel, etc. O Romney havia prometido acabar com o órgão federal de previsão de catástrofes da natureza, FEMA, num afã de cortar gastos, passando essa responsabilidade para os estados.  Quando veio, o furacão acertou em cheio o seu programa de governo. Ele se retratou, voltou atrás, mas já era.  Não deu mais para pegar o fio da meada e perdeu feio.  Foi  Deus!
     E no Brasil da esperança, quando muitos viam na Marina a saída?  A esmagadora maioria dos evangélicos apoiava a Marina.  E inclusive “desidrataram” a candidatura do Everaldo, em favor dela.  Mas Deus estava com quem?
     É verdade que houve profecias a favor da Marina.  Em uma delas se via um corredor luminoso à sua frente.  O Pr. que teve a visão a interpretou como sendo a presidência.  Mas não foi isso que Deus mostrou!  A mim Deus mostrou que estaria desmoronando o trono do PT.  É claro que eu entendi na época que seria através da Marina. Interpretação minha, pois o meu voto seria dela (apesar do seu partido). Não foi, mas continuo acreditando.
     No dia da eleição, pela manhã no culto, Deus me mostrou uma mulher de vestido branco, pernas longas e escuras e caída no chão.  Não entendi na hora.  Só após as 17h fui entender.  Era a Marina derrubada. Ela é do Senhor, mas a sua plataforma política, sobre os 2 partidos, não o era.  Por isso Deus a estava derrubando.  E para isso não precisaria muito. Era só Ele permitir que a grande Mídia (por Aécio) se juntasse com a máquina eleitoral (pela Dilma) para que o resultado viesse.  As denúncias de fraudes se multiplicaram pelo país inteiro: pessoas que queriam votar na Marina viam o computador rejeitar o seu voto como inválido; pessoas votavam no número 40 e o computador dava outro; ou quando se dava o voto o computador demorava, processando alguma coisa. Este foi o meu caso. Para os demais 4 votos foi tudo imediato. Para presidente demorou e apareceu uma tela branca com uma barra de carregamento até o número 60%. Depois deu o FIM.  Aconteceu com muitas outras pessoas também e há ainda muitas outras denúncias de fraudes.  Mas quem as julgará será o próprio TSE.
     Um amigo da Marina, chamado Pedro Ivo, declarou que ela estava demorando pra dar seu apoio ao Aécio, esperando por uma sinalização dele à esquerda. Segundo Ivo, os pontos importantes seriam: 1)Não redução da maioridade penal; 2)Continuidade da Reforma Agrária; 3)Não redução dos direitos trabalhistas; 4) Desengavetar demarcações de terras indígenas e 5)Política progressista em relação ao clima.  Sem entrar em detalhes, vê-se que essa não é mesmo uma plataforma política que Deus assine.  O que a Marina queria não é o mais importante para o país no momento.
     E agora?  Não tenho uma revelação de Deus específica. Mas entendo que será uma guerra dura.  De um lado a manipulação da mídia e dos institutos de pesquisas e do outro a chave das eleições na mão, ou seja, a caixa preta do voto secreto (e das apurações também).  Guerra dura.  São dois grandes pólos de poder (e de corrupção), contra qualquer dos quais a Marina não teria chances.  Ao final, eu creio que a Dilma será bastante denunciada na mídia, aparecerão mais notícias sobre a corrupção, criarão um clima de “já ganhou” para o Aécio, contra o qual não poderão reverter nas eleições. É opinião minha.  E como da “carne-seca” ninguém quer descer (são mais de 30.000 cargos de confiança, só no Governo Federal, a maioria para sindicalistas, PTistas e aliados - média de R$15.000,00-R$20.000,00 só de salário), os sindicalistas, sem-terra, etc. farão muito barulho até lá.

     Quando não mais,  a alternância de poder será salutar.  Eu creio que até Deus a quer.

     Tudo debaixo da soberania de Deus.  Afinal, é o povo quem escolhe?  Ou quem?